sábado, 19 de setembro de 2009

Celulares – Confirmado, interferem no funcionamento de equipamentos médico hospitalares


Estudo recente comprova que celulares, principalmente smartphones atuais, interferem na ação de equipamentos de UTI, odontológicos, imaginológicos, fisioterápicos e laboratoriais. Incidentes foram registrados por interferências das ondas eletromagnéticas dos telemóveis de segunda (GPRS) e terceira (UMTS) geração. Conforme estudo holandês publicado no jornal “Critical Care”.
De acordo com a pesquisa, as ondas eletromagnéticas emitidas pelos telefones móveis interferem no funcionamento dos equipamentos médicos, o que pode representar um risco aos pacientes.
A distância confiável, para manter os celulares afastados dos equipamentos para não causarem interferências danosas, seria de um metro e meio.
Em estudo anterior, aqui no Brasil, desenvolvido por Suzy Cristina Cabral, tecnóloga em saúde, (Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec) da Unicamp) que realizou pesquisa na UTI pediátrica do (HC) e na UTI neonatal do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), este último também da Unicamp, constatou-se que, em uma área de 1,5 metros, o celular interfere no funcionamento dos equipamentos médicos, entre eles bomba de infusão (administra medicamentos aos pacientes), que podem passar a liberar quantidade de fármacos diferente daquela previamente programada.
Pesquisas antigas apontavam que equipamentos médicos poderiam realmente sofrer danos pela ação das ondas liberadas pelos celulares, novas pesquisas confirmam os resultados anteriores.
Não é necessário muito conhecimento técnico para observamos que os aparelhos celulares mais recentes influenciam em televisores e outros eletrônicos próximos, conseqüentemente equipamentos médicos clínicos e apoio diagnóstico, muito mais sensíveis às variações de correntes elétricas, também são afetados. É necessário um controle mais rigoroso. Nos hospitais que conheço, público e privado, os médicos, enfermeiras e técnicos usam seus telemóveis regularmente e sem manter distância de segurança. Através de alguns contatos que realizei, detectei que apenas alguns hospitais das grandes capitais possuem determinações mais rígidas, no sentido de evitar esta prática.

http://www.plugbr.net/celulares-confirmado-interferem-no-funcionamento-de-equipamentos-medico-hospitalares/

Mudam as regras para bulas de remédios


A Anvisa apresenta hoje as novas regras para as bulas de medicamentos, entre as medidas tomadas para tornar a bula uma verdadeira fonte de informação, e não uma lista de nomes complicados e texto sem objetividade, estão regras para o tamanho da letra, não será mais necessário usar lupa, a letra será maior.
Os textos, sempre muito complicados para leigos, os verdadeiros interessados na leitura, devem ter informações mais clara, sem aquele monte de nomes técnicos, usados na maioria das vezes para confundir e não esclarecer. Outra mudança está relacionada a padronização dos textos. A adequação para deficientes visuais também estará contemplada nas novas regras.

www.plugbr.net/mudam-as-regras-para-bulas-de-remedios/

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Fenilcetonúria...


A fenilcetonúria é uma doença relacionada a uma alteração genética rara (herdada) que envolve o metabolismo de proteínas. Em geral, quando uma pessoa ingere comidas que contêm proteína, as enzimas quebram estas proteínas em aminoácidos, que são peças que irão formar as proteínas, importantes ao nosso corpo, participando do processo normal de crescimento. Uma pessoa com fenilcetonúria não tem a quantidade normal de uma enzima específica (fenilalanina hidroxilase hepática) para quebrar o aminoácido fenilalanina. Por isso, qualquer comida que contenha fenilalanina não pode ser digerida corretamente e ela se acumula no organismo, causando problemas no cérebro e em outros órgãos.
Ainda não se tem a cura medicamentosa, mas é possível tratar a fenilcetonúria desde que o diagnóstico seja feito precocemente, evitando-se graves conseqüências no desenvolvimento do Sistema Nervoso Central.
A lesão resultante do acúmulo de fenilalanina pode começar logo que o bebê nasce e, se não for detectada e tratada, acarreta retardo mental grave, ataques epiléticos e hiperatividade. Para nascer com fenilcetonúria, um bebê tem que ter herdado o gene da fenilcetonúria de ambos os pais. Freqüentemente, os pais não sabem que carregam o gene.


Diagnóstico

A fenilcetonúria afeta aproximadamente 1 em cada 12.000 recém-nascidos no Brasil.
Hoje em dia os recém-nascidos habitualmente fazem o exame para detecção da fenilcetonúria por volta do 7° ao 10° dia depois do nascimento. O programa de triagem foi considerado obrigatório em todo Brasil desde 1990 pela lei 8069 de 13/07/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente, onde a fenilcetonúria pode ser diagnosticada e tratada, possibilitando às crianças ter um desenvolvimento normal, sem os problemas neurológicos causados pela doença. Uma quantidade muito pequena de sangue é tomada por uma picada no calcanhar do bebê (teste do pezinho). Se forem encontradas quantidades anormalmente altas de fenilalanina no sangue, exames complementares podem ser necessários para firmar o diagnóstico.

Adrenoleucodistrofia


É um Distúrbio hereditário do metabolismo dos ácidos graxos que afeta as glândulas adrenais, o sistema nervoso e os testículos.
A adrenoleucodistrofia é transmitida como um característica ligada ao cromossoma X, e acredita-se que sua incidência seja ligeiramente superior a 1 em cada 100.000 pessoas. O defeito metabólico é o acúmulo de ácidos graxos de cadeia longa no sistema nervoso, nas glândulas adrenais e nos testículos, onde o material acumulado interrompe a atividade normal. Existem várias formas diferentes da doença. A mais grave é a forma cerebral infantil, que aparece em meio à infância. As demais formas aparecem durante a adolescência. Aproximadamente um terço das pessoas afetadas desenvolve sintomas neurológicos, enquanto todas desenvolvem uma função adrenal anormal.

Na forma infantil, os primeiros sintomas abrangem hiperatividade, dificuldade na escola, dificuldade para compreender a comunicação verbal, deterioração da escrita, olhos vesgos (estrabismo) e possíveis convulsões. À medida que a doença avança aparecem novos sinais de danos na substância branca do cérebro que incluem alterações no tônus muscular, rigidez e deformidades por contratura, dificuldade de deglutição e coma.

Outro componente importante presente em todas as formas de adrenoleucodistrofia é o desenvolvimento bastante significativo de uma função adrenal deficiente (semelhante à doença de Addison), que pode ser tratada de forma adequada com corticosteróides.

Distrofia Muscular de Duchenne






Normalmente, a distrofia muscular de Duchenne manifesta-se pela primeira vez em meninos com idade entre três e sete anos, caracterizando-se, no começo, pela atrofia dos membros inferiores e pélvicos, com parésia primeiramente proximal e depois distal. Com isso, nota-se que a criança passa a ter dificuldades na locomoção até mesmo no que se refere a actividades quotidianas, como levantar-se, correr, subir escadas, entre outras, apresentando quedas frequentes. Com o progredir da doença ocorre comprometimento dos músculos dos membros superiores. Os gastrocnémios das crianças afectadas encontram-se já pseudo-hiperatrofiados no início da doença. Isso acontece porque as fibras musculares necrosadas vão gradualmente substituídas por tecido adiposo, dando um aspecto falsamente hipertrofiado à região. À medida que os músculos enfraquecem, eles também aumentam de volume, mas o tecido muscular anormal não é forte. À medida que a doença evolui, o grau de atrofia muscular e sua extensão aumentam.

Apresentam ,às vezes, atrofia facial embora a fala, deglutição e os músculos oculares extrínsecos sejam, normalmente, preservados. Hiporreflexia patelar e aquileu são sinais que aparecem o tempo.
Em 90% dos meninos com distrofia muscular de Duchenne, o miocárdio também aumenta de volume e enfraquece, causando distúrbios do ritmo cardíaco, por volta da adolescência (que são detectados no electrocardiograma). Comprometimento dos músculos respiratórios ocorre também apartir desta idade. Os músculos dos membros superiores e inferiores podem apresentar contracturas em torno das articulações, impedindo a extensão completa dos cotovelos e dos joelhos. Apresentam alterações da coluna -lordose- para equilibrar o corpo e, posteriormente cifoescoliose devido à atrofia da musculatura paravertebral e como consequência das alterações musculares das pernas. Em torno dos 10 ou 12 anos de idade, a maioria das crianças com essa doença encontra- se confinada a uma cadeira de rodas. O aumento da fraqueza também as torna susceptíveis à pneumonia e a outras doenças. A doença pode, por vezes, afectar também o cérebro do indivíduo conduzindo a uma perda de QI de cerca de 20 pontos. Por volta dos vinte anos de idade, a insuficiência respiratória evolui devido à atrofia do músculo diafragma, passando a necessitar de assistência ventilatória constante. A invalidez total e o óbito em idade jovem ocorrem na totalidade dos casos, uma vez que os tratamentos disponíveis se limitam a reduzir modestamente a morbilidade dos pacientes, sem qualquer repercussão sobre a mortalidade.

Síndrome de Marfan


A Síndrome de Marfan é uma doença do tecido conjuntivo descrita por um pediatra francês, Antoine Bernard-Jean Marfan, em 1896. Com este primeiro relato e outros subseqüentes, ficou estabelecido que se tratava de uma doença genética com transmissão autossômica dominante, com expressividade variável intra e inter familial, sem predileção por raça ou sexo, que mostra uma prevalência de 1/10.000 indivíduos. Aproximadamente 30% dos casos são esporádicos e o restante familiar.

Em outras palavras, sabemos que a doença é genética porque podem existir várias pessoas afetadas na família e denomina-se autossômica dominante porque apenas uma mutação em um dos alelos é necessária para ocorrerem as manifestações clínicas. Todos nós temos 46 cromossomos (o conjunto de material genético), ou seja, 23 pares de cromossomos, um herdado da mãe e o outro do pai. Esses pares de cromossomos são iguais e os genes ocupam sempre o mesmo lugar em ambos. Cada gene que ocupa o mesmo lugar é chamado de alelo. Assim, uma mutação (alteração no código genético) em apenas um dos alelos é necessária para observarmos as características clínicas em uma doença autossômica dominante. Esta mutação pode ter sido herdada, e então ou o pai ou a mãe deve ter manifestações clínicas também, ou ter acontecido pela primeira vez, à qual chamamos de mutação nova. Uma vez portador da mutação e das características clínicas a chance de transmiti-la para os filhos é de 50%.

A Síndrome de Marfan tem um quadro clínico muito variado observado em uma mesma família e em famílias diferentes. A este fato chamamos de expressividade variável e ele é importante porque nem sempre um indivíduo afetado tem todas as características clínicas. Por isso é necessário examinar cuidadosamente os pais e os familiares próximos. Da mesma forma que um indivíduo discretamente afetado pode vir a ter um filho muito acometido, ou vice-versa.

As principais manifestações clínicas da doença concentram-se em três sistemas principais: o esquelético, caracterizado por estatura elevada, escoliose, braços e mãos alongadas e deformidade torácica; o cardíaco, caracterizado por prolapso de válvula mitral e dilatação da aorta; e o ocular, caracterizado por miopia e luxação do cristalino. A essa possibilidade de atingir órgãos tão diferentes denomina-se pleiotropia.

Sabendo que um determinado gene seria o responsável por estas manifestações clínicas e que um gene sempre comanda a fabricação de uma proteína, os pesquisadores se concentraram em descobrir que proteína seria comum aos ossos, olhos e coração, e no final dos anos 80 descobriram a existência de uma proteína chamada fibrilina, que faz parte do tecido de sustentação dos órgãos. Ela está presente em grande quantidade nos ligamentos que unem os ossos nas articulações e seguram as lentes dos olhos, chamadas de cristalino, assim como na camada interna das artérias, principalmente da maior artéria do corpo humano, chamada de aorta.

Síndrome de Williams-Beuren (SWB)


A Síndrome de Williams, ou Síndrome Williams-Beuren, é uma desordem genética, raramente com manifestação hereditária, e que ocorre em aproximadamente uma criança a cada dez a vinte e cinco mil nascimentos; apresentando impactos nas áreas comportamental, cognitiva e motora. Descrita na década de sessenta, ocorre em ambos os sexos e grupos étnicos, e nem sempre é diagnosticada com facilidade.

Tais pessoas, na maioria dos casos, apresentam alterações no lócus do gene da elastina, em um braço do cromossomo sete. A diminuição desta proteína, portanto, justifica o porquê de geralmente apresentarem alterações cardiovasculares, voz rouca, genitália pequena, face característica, necessidade frequente de urinar, e envelhecimento prematuro. Aproximadamente outros trinta genes, deste mesmo cromossomo, resultam nas outras características atribuídas à síndrome.

Suas faces tendem a seguir certos traços, como nariz pequeno e empinado, lábios grandes, dentes pequenos, bochechas proeminentes, lábios grossos e queixo pequeno; apresentando-se sempre sorridentes. Apesar de nascerem com peso mais baixo, e terem crescimento mais retardado, a puberdade geralmente se inicia mais cedo.

Portadores desta síndrome, apesar de demorarem um pouco mais a falar, se expressam de forma bastante articulada e fluente, sendo muito sociáveis, entusiasmados e comunicativos. Têm dificuldades em reconhecer ironias ou intenções não verbais de outras pessoas. As crianças tendem a apresentar maior facilidade em lidar com adultos do que com pessoas da sua idade.

Geralmente utilizam frases estereotipadas, gravam com facilidade nomes de pessoas e locais, e tendem a ter comportamento ansioso e hiperativo. Têm medo de altura e superfícies irregulares, possuem dificuldade de locomoção e equilíbrio, e também dificuldades de aprendizagem, principalmente no que diz respeito a cálculos numéricos e orientação espacial. Considerando que a maioria dos educadores não é devidamente preparada para lidar com alunos em condições especiais, tais dificuldades podem se apresentar bem maiores do que são, de fato.

Por serem hipersensíveis a sons, podem se assustar com determinados ruídos e barulhos; mas, em contrapartida, possuem grande facilidade e desenvoltura com a música.


Diagnóstico:

Em muitos casos, a análise clínica do paciente já oferece resultados conclusivos. Entretanto, pode ser necessária a realização de exames de cariótipo dos glóbulos brancos e análise dos genes da elastina e L1Mquinase por uma técnica conhecida como FISH.


Como lidar com o portador?

A Síndrome de Williams não tem cura. Entretanto, o diagnóstico precoce e acompanhamento desde criança permitem com que determinados aspectos cognitivos, comportamentais e motores sejam trabalhados, oferecendo excelentes resultados.

Estimulados e treinados desde a infância, são capazes de conquistar relativa autonomia e, inclusive, exercerem uma profissão. Na escola e em casa, a criança pode acompanhar juntamente com outras de sua idade aquilo que é capaz de acompanhar, sendo necessário atendimento diferenciado somente em situações nas quais seu aprendizado necessite deste tipo de ajuda.

Além disso, o acompanhamento precoce permite o alívio de sintomas e prevenção de doenças cujos portadores se apresentam pré-dispostos. Assim, pode ser importante a realização periódica de exames cardiológicos, de audição, visão e de dosagem de cálcio; acompanhamento de peso e nutricional (já que 30% dos adultos com esta síndrome tendem a ser obesos); avaliação de problemas digestivos e urinários, ortopédicos, neurológicos e odontológicos.

Tosse


A tosse, uma das queixas mais frequentes em consultórios pediátricos, é geralmente uma reação do organismo a irritações causadas pela presença de secreções ou corpos estranhos, como fumaça, poeira, bactérias e fungos; protegendo o sistema respiratório. Tabagismo, asma, enfisema pulmonar, bronquite, hiper-reatividade dos brônquios, infecções no sistema respiratório, alergias, refluxo, inalação de ar com temperaturas extremas, sinusite, exposição a substâncias irritantes, tumores, transtornos psiquiátricos, tuberculose, determinados medicamentos, dentre outros, podem causá-la.

Existem dois tipos de tosse: a tosse seca e a produtiva. A primeira pode vir acompanhada de falta de ar; e a segunda se caracteriza pela presença de secreção, o que geralmente significa que os pulmões se encontram inflamados. Assim, eliminá-la nem sempre é uma boa ideia, já que seu objetivo é justamente o de liberar a secreção excedente.

A tosse pode também ser do tipo aguda, quando dura em média duas semanas; e crônica, apresentando secreção amarelada, chiado no peito, febre e cansaço - com duração de mais de duas semanas. Nesta última situação, é necessário que se procure um médico, a fim de verificar as causas deste processo. Tosse seca, forte e que provoca falta de ar; quadro febril associado; e tosse que ocorre durante todo o dia e piora à noite também devem ser investigadas pelo médico. Além do exame físico, este profissional pode fazer algumas perguntas com a finalidade de identificar o problema.

De acordo com a causa, pode ser necessário o tratamento, que geralmente tem como objetivo tratar da causa, e não da tosse em si.


Dicas:

Em casos de tosse, ingira bastante líquidos, preferencialmente quentes. Eles hidratarão a mucosa e trarão alívio sintomático. Além disso, procure ficar em locais bem ventilados e úmidos. Fique atento se a secreção da tosse produtiva se apresentar com coloração amarela, esverdeada, marrom ou vermelha, pois podem indicar irritações mais graves.

Bruxismo


O bruxismo consiste no movimento involuntário dos músculos da mastigação, causando atrito entre os dentes. Estes deslocamentos ocorrem, geralmente, no período noturno, se manifestando como um esfregamento ou apertamento das arcadas dentárias. Dor, desconforto e desgaste dos dentes; aumento da sensibilidade nos dentes desgastados; ruído ou estalo articular e zumbido nos ouvidos são seus sintomas.

Ele ocorre em aproximadamente 15% das crianças, e em menos de 5% dos indivíduos adultos, indicando que, à medida que as pessoas envelhecem, estas taxas se reduzem. Sua prevalência é igual para ambos os sexos.

Além de atrapalhar o sono do indivíduo e de outras pessoas devido ao som que causa, estes movimentos podem causar dores locais e de cabeça, devido à contração de vários músculos da face, com força até 10 vezes maior do que a usada para mastigar alimentos mais duros, como a carne. O desgaste considerável do esmalte dos dentes, com comprometimento dos tecidos ao redor destes, articulações, vasos e nervos pode ocorrer, comprometendo, inclusive, a estética bucal.

O bruxismo ocorre em pessoas cuja arcada dentária ou dentes estão em conformação incorreta. Assim, o uso de aparelhos ortodônticos, orientação mastigatória, fisioterapia e ajustes na oclusão são as medidas mais utilizadas em seu tratamento. Distúrbios emocionais, como a ansiedade e estresse, intensificam o quadro, mas não são a causa.

Para diagnóstico, polissonografias (exames do sono) são, na maioria dos casos, necessárias, até mesmo para identificar o grau desses movimentos e para que sejam feitas as medidas terapêuticas mais adequadas.

TPM (Tensão Pré-Menstrual)


A tensão pré-menstrual é uma síndrome que atinge as mulheres nos dias que antecedem a menstruação. O conjunto de sintomas físicos e comportamentais, que ocorre em um quadro de TPM, influencia de forma significativa a vida da mulher. Estes sintomas ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual e desaparecem logo após a menstruação.

A tensão pré-menstrual é muito complexa por envolver não somente sintomas físicos, mas também psicológicos e emocionais, porém entende-se que é provocada pelas mudanças nos níveis de progesterona e estrogênio, e estas interferem no sistema nervoso central.

Os sintomas mais comuns da TPM são cefaléia, retenção de líquidos, cansaço, ansiedade, depressão, desejo por doces e chocolates, irritabilidade, inchaço, dor nas mamas e aumento de peso. Quando os sintomas influenciam nas atividades habituais da mulher, mudando sua rotina, a TPM pode ser considerada como doença.

Algumas medidas de prevenção podem ser tomadas para amenizar os sintomas, como diminuir a gordura, sal, cafeína, açúcar e bebidas a base de colas; procurar manter uma dieta rica em cálcio, magnésio e carboidratos, como cereais integrais; e praticar exercícios, pois eles tendem a melhorar o humor.