sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Gagueira


A gagueira ou disfemia é um distúrbio ou transtorno de linguagem que faz com que a pessoa repita sílabas e faça pausas durante a pronúncia de uma palavra. Tal transtorno além de dificultar a comunicação da pessoa faz com essa se sinta diferente das outras, diminuindo seus diálogos dentro e fora de casa.

Inicia-se entre 2 e 5 anos de idade com uma gagueira normal, já que falam há pouco tempo e não se sentem seguros ao pronunciar frases montadas. Nessa fase é que a gagueira pode ser fixada (caso seja psicológica). Não se sabe ao certo as causas para este distúrbio que pode ter ligações a fatores genéticos, psicológicos e neurológicos.

A gagueira genética é provocada por uma disfunção de áreas cerebrais responsáveis pela fala ou por alterações estruturais nestas áreas. A gagueira psicológica é adquirida, ou seja, desenvolve quando a pessoa tem pais ansiosos, exigentes e agressivos, quando a pessoa passa por momentos traumáticos como acidentes, assalto, estupro, etc., problemas insuportáveis que geram conflitos interiores e outros que são liberados na hora de falar. A gagueira neurológica é mais rara, porém pode ser detectada facilmente, pois esta é a única forma de gagueira que não melhora ao cantar, ao interpretar ou ao mudar a tonalidade de voz.

A gagueira classificada como psicológica deve ser tratada com um psicanalista que estudará o caso e aplicará o tratamento adequado. Já a gagueira genética e neurológica deve ser tratada com um fonoaudiólogo que deverá fazer uma avaliação e logo após iniciar terapias planejadas.

Alzheimer


Demência é uma disfunção cerebral gradativa e persistente que consiste na deterioração intelectual do indivíduo ao longo do tempo, atacando de forma irreversível determinadas regiões do cérebro. A doença de Alzheimer é a causa mais freqüente, ocorrendo em aproximadamente 60% dos casos de demência, e consiste no depósito de determinadas proteínas no cérebro.

Como se trata de perdas progressivas e é bastante freqüente entre idosos, muitas vezes não é percebida em seu estágio inicial, sendo confundida como processos normais do envelhecimento. Pequenos esquecimentos, sinais de depressão, dificuldades com a linguagem, confusão mental e, algumas vezes, agressividade fazem parte dos sintomas iniciais.

Um estágio intermediário consiste em dificuldades de desempenhar atividades normais do dia-a-dia, esquecimento de acontecimentos recentes, alterações de humor e maior dificuldade na comunicação verbal, desencadeando, após algum tempo, em uma dependência mais severa e acentuação dos sintomas, podendo, inclusive, não reconhecer pessoas, situações e objetos conhecidos. Devido a estas características, há um impacto muito grande na vida destas pessoas e nas que convivem com elas.

O diagnóstico propriamente dito é feito apenas via necropsia, após a morte, em exame dos tecidos cerebrais. Assim, as manifestações, história de vida do paciente e exames físicos e mentais, excluindo outros fatores que poderiam desencadear nos mesmos sintomas (infecções, depressão, tumores cerebrais, problemas tireoidianos, etc) é que indicarão a doença. É importante ressaltar que o tratamento precoce atrasa o desenvolvimento da doença, fornece melhoras na memória e na qualidade de vida e convivência do doente com as pessoas que o cercam.

Como é irreversível, suas causas reais ainda não são bem elucidadas. O tratamento farmacológico enfoca o bloqueio da evolução da doença, controle dos distúrbios comportamentais e correção do equilíbrio químico do cérebro, a fim de melhorar o déficit de memória.

Sabe-se, atualmente, que altos níveis de açúcar e colesterol no sangue podem ter relação forte com a doença e que pessoas solitárias têm o dobro de risco de desenvolverem o mal de Alzheimer. É, também, conhecido que a ingestão de vitamina E reduz o risco de morte em aproximadamente 25%, exercícios físicos, chá verde e uma dieta rica em frutas, verduras, cereais, feijão, nozes e sementes previnem o surgimento de demências.

Apesar de irreversível e incurável, cuidados específicos buscando melhorias na qualidade de vida dos portadores e de seus cuidadores devem ser feitos, lembrando que a sobrecarga destes últimos é um risco para ambos. Planejamento em conjunto acerca das tarefas, horários e contribuições incluindo todos os envolvidos são medidas que devem ser feitas para tal fim.

A Pele e o Sol


Vivemos num país tropical, que, portanto, recebe altas taxas de radiação solar durante todo o ano. Com isso, a população brasileira, no trabalho no campo ou no lazer em clubes e praias, está sujeito a longos períodos de exposição ao sol.

De um lado, sabemos que exposições moderadas ao sol, nas primeiras horas da manhã e nas últimas horas da tarde, são uma prática saudável, pois ativam a circulação sanguinea periférica e possibilitam a síntese de vitamina D na pele. Isso é importante, especialmente em crianças e jovens, pois a vitamina D (anti-raquítica) é indispensável para uma boa ossificação e, portanto, para um crescimento normal.

Por outro lado, devemos considerar os danos, a curto e a longo prazo, causados pelo abuso dos “banhos de sol” justamente no verão, quando a natação, os passeios e os esportes ao ar livre podem comprometer a saúde das crianças e de adultos mais sensíveis. Nessa época, o organismo transpira mais, para equilibrar a temperatura interna, e o excesso de transpiração pode provocar a desidratação. Além disso, a exposição de cabeça não-protegida pode levar a um sério quadro de insolação, coma e até à morte. É, portanto, uma grava agressão ao corpo deitar-se horas sob sol forte sem proteger ao menos a cabeça.

A longo prazo, esse hábito é extremamente danoso à pele, que vai se tornando ressecada, manchada e com perda de elasticidade. Em conseqüência, ela sofre um envelhecimento precoce, com aumento de rugas, especialmente em pessoas de cútis mais clara, com pouco pigmento protetor, a melanina.

Um exemplo desse fato são os colonos de pele clara que emigraram da Europa e seus descendentes, que se fixaram em algumas cidades do Espírito Santo. Entre eles, é elevada a porcentagem de ocorrência de câncer de pele, quando comparados a outras populações brasileiras.

Pessoas menos informadas cientificamente poderão dizer que a exposição da pele ao sol forte, quando protegida por “filtros solares”, bronzeadores e outros produtos (às vezes não-aprovados por órgãos oficiais de saúde pública), não traz esses riscos. É claro que esses produtos podem realmente escurecer a pele protegendo-a um pouco mais, mas devemos ter cuidado com as “fórmulas-mágicas” que tem provocado até sérias lesões na pele.

No entanto, não podemos esquecer que os filtros não impedem totalmente a passagem dos perigosos raios ultravioleta, que têm maior poder de penetração q que são justamente os mais prejudiciais, pois atingem as camadas vivas e mais profundas da pele.

Devemos considerar ainda que o excesso de luz pode causar mal-estar geral, dor de cabeça e febre, além das dolorosas queimaduras. Uma pele assim maltratada fica muito mais sensível e vulnerável a outros agentes nocivos do ambiente, inclusive microorganismos patogênicos (bactérias e fungos).

Será que vale a pena sujeitar-se a esses riscos, apenas por questão estética? Pense nisso no próximo verão e não queira tomar todo o sol a que “tem direito” num único dia. Cuide-se. Dê tempo de adaptação à sua pele para que ela o proteja bem, bronzeando-se moderadamente ao longo de alguns dias.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009



O preservativo masculino ou camisinha é uma capa de borracha (látex) que, ao ser colocada sobre o pênis, evita a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e do vírus causador da aids, o HIV. A camisinha pode também evitar a gravidez, agindo assim como um eficiente método contraceptivo.

Passo a passo:

* Sempre coloque a camisinha antes do início da relação sexual;
* Coloque a camisinha quando o pênis estiver duro;
* Encaixe a camisinha na ponta do pênis, sem deixar o ar entrar;
* Vá desenrolando até que ele fique todo coberto;
* Não deixe a camisinha ficar apertada na ponta do pênis - deixe um espaço vazio na ponta da camisinha que servirá de depósito para o esperma;
* Aperte o bico da camisinha até sair todo o ar, mas cuidado para não apertar com muita força e estragar a camisinha;
* Se ela não ficar bem encaixada na ponta, ou se ficar ar dentro, a camisinha pode rasgar.



USE CAMISINHA..... ISSO É FATO

HTLV


O vírus HTLV (sigla na língua inglesa que indica vírus que infecta células T humanas) é um retrovírus isolado em 1980 a partir de um paciente com um tipo raro de leucemia de células T. Apresenta dois tipos: HTLV-I, que está implicado em doença neurológica e leucemia, e HTLV-II, o tipo 2, que está pouco evidenciado como causa de doença.

Sinais e sintomas

Cerca de 99% das pessoas portadoras do HTLV-I nunca desenvolverão qualquer problema de saúde relacionado ao vírus HTLV. Entretanto, alguns pacientes podem desenvolver problemas neurológicos. Geralmente, começam a se queixar de dores nos membros inferiores (panturrilhas), na região lombar (parte inferior da coluna lombar), e apresentam dificuldade em defecar ou urinar. Estes sintomas são sempre progressivos e estão na região abaixo da linha do umbigo.

A minoria dos portadores sem sintomas poderão desenvolver alguma doença. No Japão, por exemplo, 14 em cada 1500 portadores assintomáticos poderão desenvolver uma doença neurológica (dificuldade de andar). No caso de leucemia o risco é ainda menor: um em cada 10.000 portadores do HTLV poderá desenvolvê-la ao longo da vida.

Formas de contágio

O HTLV possui as mesmas rotas de transmissão que outros vírus como o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e o vírus da hepatite C (HCV): pela relação sexual desprotegida com uma pessoa infectada; uso em comum de seringas e agulhas durante o uso de drogas; da mãe infectada para a o recém-nascido (principalmente pelo aleitamento materno).

Prevenção

Recomenda-se o uso de preservativo todas as relações sexuais.

Tratamento

Como o risco do desenvolvimento da doença associado ao HTLV-I é muito baixo, não existe indicação de tratamento nos casos assintomáticos, até este momento. Os casos onde existem sintomas comprovados de doença associada ao HTLV-I, como paraparesia espástica tropical (TSP), uveíte, ATL, entre outras, o tratamento irá depender de uma avaliação neurológica, assim como estadiamento do grau de comprometimento, tempo de evolução, presença de outras infecções virais etc.

Tricomoníase


Infecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que pode se hospedar no colo do útero, na vagina e/ou na uretra.

Sinais e Sintomas

Muitas mulheres infectadas pelo Tricomonas podem não sentir nenhuma alteração ou reação. Quando os sintomas surgem, esses são, principalmente, corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais. Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do útero. A maioria dos homens não apresenta sintomas. Quando isso ocorre, consiste em uma irritação na ponta do pênis.

Formas de contágio

O contágio se dá através de secreções, durante contato sexual desprotegido com parceiro contaminado.

Prevenção

Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais ou anais.

Tratamento

O tratamento é feito com antibióticos e quimioterápicos. Parceiros sexuais devem ser tratados ao mesmo tempo. Pessoas em tratamento devem suspender relações sexuais até que o tratamento esteja completo e os sintomas tenham desaparecido.

Em homens, os sintomas podem desaparecer dentro de algumas semanas, mesmo sem o tratamento. No entanto, mesmo sem nunca ter apresentado sintomas, pode continuar infectando seus parceiros, até que seja tratado.

Como outras DST, caso não seja tratada, a tricomoníase aumenta a probabilidade de uma pessoa ser infectada ou infectar a outros com o vírus da aids, o HIV. Pode também gerar complicações durante a gravidez, ocasionando ruptura da bolsa antes da hora, parto prematuro e nascimento de bebê com peso baixo.

Herpes


É uma doença que aparece e desaparece sozinha, de tempos em tempos, dependendo de certos fatores como estresse, cansaço, esforço exagerado, febre, exposição ao sol, traumatismo e menstruação. Nas mulheres, o herpes pode também se localizar nas partes internas do corpo. Uma vez infectada pelo vírus da Herpes simples, a pessoa permanecerá com o vírus em seu organismo para sempre.

Sinais e Sintomas
Manifesta-se através de pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis. Essas bolhas podem arder e causam coceira intensa. Ao se coçar, a pessoa pode romper a bolha, causando uma ferida.

Formas de contágio
O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal ou vaginal) desprotegida (sem uso da camisinha). Essa doença é bastante contagiosa e a transmissão ocorre quando as pequenas bolhas, que se formam durante a manifestação dos sintomas, se rompem, ocasionando uma ferida e eliminando o líquido do seu interior. Esse líquido, ao entrar em contato com mucosas da boca ou da região ano-genital do parceiro, pode transmitir o vírus. Raramente a contaminação se dá através de objetos contaminados.

As feridas desaparecem por si mesmas. Após algum tempo, porém, o herpes pode reaparecer no mesmo local, com os mesmos sintomas. Enquanto persistirem as bolhas e feridas, a pessoa infectada estará transmitindo a doença. Na presença dessas lesões, a pessoa deve abster-se de relações sexuais, até que o médico as autorize.

Prevenção
Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais e anais.

Tratamento
A herpes é altamente transmissível. Por isso, a primeira orientação aos pacientes sempre diz respeito aos cuidados locais de higiene: lavar bem as mãos, evitar contato direto com outras pessoas e não furar as bolhas sob nenhum pretexto são recomendações importantes.

O tratamento é feito com medicamentos antivirais, por via oral e tópica, e tem como objetivo encurtar a duração dos sintomas, prevenir as complicações e diminuir os riscos de transmissão, pois o vírus não pode ser completamente eliminado.

Gonorréia


A gonorréia é a mais comum das DST. Também é conhecida pelo nome de blenorragia, pingadeira, esquentamento. Nas mulheres, essa doença atinge principalmente o colo do útero.

Sinais e Sintomas
Entre dois e oito dias após relação sexual desprotegida, a pessoa passa a sentir ardência e dificuldade para urinar. Às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado - até mesmo com sangue - que sai pelo canal da urina, no homem, e pela vagina, na mulher.
A clamídia também é uma DST muito comum e apresenta sintomas parecidos com os da gonorréia, como, por exemplo, corrimento parecido com clara de ovo no canal da urina e dor ao urinar. As mulheres contaminadas pela clamídia podem não apresentar nenhum sintoma da doença, mas a infecção pode atingir o útero e as trompas, provocando uma grave infecção. Nesses casos, pode haver complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (fora do útero), parto prematuro e até esterilidade.

Formas de contágio
A principal forma de transmissão da gonorréia é por meio de relação sexual com pessoa infectada, seja essa relação oral, vaginal ou anal, sem o uso de preservativo. Mesmo sem apresentar sintomas, as mulheres contaminadas transmitem a bactéria causadora da doença. Pode ocorrer também, durante o parto, transmissão da mãe contaminada para o bebê. Caso esse tipo de transmissão aconteça, corre-se o risco de o bebê ter os olhos gravemente afetados, podendo levar à cegueira.

Sífilis


É uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Manifesta-se em três estágios: primária, secundária e terciária. Os dois primeiros estágios apresentam as características mais marcantes da infecção, quando se observam os principais sintomas e quando essa DST é mais transmissível. Depois, ela desaparece durante um longo período: a pessoa não sente nada e apresenta uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em casos de indivíduos não tratados. A doença pode ficar, então, estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral, problemas cardíacos, podendo inclusive levar à morte.

Sinais e Sintomas
A sífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas, que surgem entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual desprotegida com pessoa infectada. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Após um certo tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo manchas em várias partes do corpo (inclusive nas palmas das mãos e solas dos pés), queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias. Caso ocorra em grávidas, poderá causar aborto/natimorto ou má formação do feto.

Transmissão da sífilis
A sífilis pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais desprotegidas (sem preservativos), através de transfusão de sangue contaminado (que hoje em dia é muito raro em razão do controle do sangue doado), e durante a gestação e o parto (de mãe infectada para o bebê).

Prevenção
Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai sobre a educação em saúde: uso regular de preservativos, diagnóstico precoce em mulheres em idade reprodutiva e parceiros, e realização do teste diagnóstico por mulheres com intenção de engravidar.

Tratamento
O tratamento mais indicado para a sífilis é a utilização do mais antigo dos antibióticos: a penicilina. O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a sífilis pode ser confundida com muitas outras doenças. Os pacientes devem evitar ter relação sexual até que o seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de cura mensal.

Se não tratada, a sífilis progride, torna-se crônica e pode comprometer várias partes do corpo ou levar à morte.

Labirintite


Labirintite é um desarranjo do equilíbrio seguido de uma infecção no trato respiratório superior. É um processo inflamatório que atinge os labirintos. Popularmente, problemas de audição são associados à doença. Em sentido mais extenso, a labirintite pode causar tontura, vertigem, zumbido, desequilíbrio e mal estar.

Algumas vezes, as vertigens podem ser o primeiro vestígio da doença. A tontura pode ser decorrente de hipoglicemia, quando a pessoa passa por longo período de jejum, já que o ouvido gasta grande quantidade de energia (açúcar e oxigênio).

Alguns fatores que podem desencadear os sintomas de labirintite são: hipoglicemia; casos de doenças, como diabetes, hipertensão, reumatismo e otites; excesso de cafeína, tabagismo, álcool ou drogas; problemas psicológicos, como estresse, ansiedade e depressão; e utilização de alguns antibióticos e antiinflamatórios.